quarta-feira, 7 de julho de 2010

ALUNOS OPET: COM VITÓRIA OU COM DERROTA, CONSUMO!!

Olé!!

É fato certo que brasileiro tem paixão pelo esporte, especificamente, o famoso FUTEBOL!!

Em período de COPA DO MUNDO todos os ânimos são alterados em virtude deste grande evento esportivo. Ânimos alterados, trabalhos paralisados...

Economicamente, THE WORLD CUP tem interferências e resultados expressivos na política nacional, assim, vale conferir o link abaixo para entender, simplificadamente, tal abordagem:


http://www.slideshare.net/ecglobalpanel/consumocopa2010

Que a batalha entre as nações, no bom sentido, gera expectativas, sentimentos e movimentos populares, é certo. Do mesmo modo, cria novos hábitos, principalmente, os de consumo. Corpo perfeito, produtos com marca X ou Y e o mais preocupante, consumo, investimento e transformação pessoal ditada pela mídia.

De modo geral, é praticamente impossível não ficar alheio e não ser atingido de algum modo pela grande indústria do consumo...



Assim, para fomentar a análise, apóia-se na produção da UFMG a respeito da temática:

Estudo projeta impactos da Copa de 2014 na economia:

Segunda-feira, 3 de maio de 2010, às 10h40.

Eventos esportivos como olimpíadas e copa do mundo sempre carregam grande visibilidade internacional para os países que os sediam. Mas a capacidade de produzirem benefícios para as economias locais de modo mais permanente é sempre questionada. Que o diga Montreal, que, apenas em 2006, três décadas após abrigar os jogos olímpicos, pôs fim a uma dívida de R$ 2,8 bilhões gerada pela organização do evento.


“Na maioria das vezes, argumentos sobre grandes ganhos têm por base estudos de impactos econômicos encomendados pelos governantes ou empresas esportivas para justificar seus investimentos, uma vez que os custos para realizar tais megaeventos são cada vez maiores”, observa Edson Domingues, professor da Faculdade de Ciências Econômicas (Face) da UFMG.

Interessado em detalhar mais objetivamente as repercussões da Copa do Mundo de 2014 na economia mineira e do Brasil, o pesquisador decidiu lançar mão de um complexo modelo computacional de simulação de cenários e, após extrair série de dados, acaba de produzir os primeiros papers, em colaboração com dois alunos de doutorado em economia, Admir Betarelli Junior e Aline Magalhães.

Alimentado com 300 mil variáveis e equações, o modelo gerou sete simulações sobre as repercussões do evento, levando em conta os recursos previstos para as obras de infraestrutura urbana e dos estádios e a modalidade de fonte financiadora, em cada unidade da federação. Os dados gerados permitiram extrair análises dos impactos nas fases de execução e operação das obras relativamente aos índices de emprego, produtividade e aumento do PIB, consumo das famílias, investimento, consumo do governo, exportações, importações, PIB real, emprego, IPC, deflator do PIB e preço das exportações.

“O principal resultado da Copa 2014 parece ser a melhoria da infraestrutura urbana nas cidades-sede, o que efetivamente representa impacto de longo prazo na eficiência econômica delas”, registram os autores no artigo, lembrando ainda que o evento tem o potencial de atuar como acelerador de investimentos cruciais para a vida urbana.

Eles observam ainda que, no elenco das repercussões, a literatura costuma mencionar a ampliação dos setores de serviços e de hotelaria, do fluxo de turistas durante e após os jogos e maior atração de investimentos externos. Esses fatores, no entanto, não entraram na análise, pois se considera difícil estimar e mensurar sua ocorrência em função de um único evento.
Bolo

Um dos pontos chaves da polêmica que impulsiona os estudos é que muitas vezes esses eventos são bancados por dinheiro público. Em 2014 não será diferente: os cerca de R$ 15,4 bilhões estimados para obras de infraestrutura urbana e construção ou reforma de estádios no país virão sobretudo dessas fontes.

Dados divulgados em fevereiro pelo Ministério dos Esportes indicam que a maior parte do bolo (R$ 10,1 bilhões) será financiada pelos vários níveis de governo e destinada à remodelagem da infraestrutura nas 12 cidades-sede. O restante, R$ 5,3 bilhões, também virá, em grande parte, do setor público: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) arcará com 64,8% do total.

Nas simulações feitas pelos pesquisadores da UFMG, a predominância dessas fontes nos investimentos foram responsáveis, no entanto, por uma retração do impacto econômico da Copa 2014. “Ele tende a diminuir com o financiamento público para as obras de estádios de futebol, uma vez que implicam ou o crescimento da dívida pública ou a redução do gasto das diferentes esferas de governo envolvidas”, ressalta Domingues.

No entanto, há outros saldos positivos produzidos pelo evento. Para Minas Gerais – especialmente Belo Horizonte –, os pesquisadores estimam aumento de 1% no PIB e geração de pelo menos 38 mil empregos. Para o país, o crescimento sinalizado foi de 0,69% do PIB e 0,5% no emprego.

Como era de se esperar, em todas as cidades-sede, a construção civil é a mais beneficiada na fase de execução das obras (4,05%). “Com menos destaque, tem-se os setores de máquinas e equipamentos (1,72%), produtos de minerais não metálicos (1,72%) e material elétrico (1,11%)”, detalha o estudo.

Do volume de recursos previstos para o país, Belo Horizonte vai receber R$ 1,4 bilhão – também para infraestrutura urbana e reforma do estádio do Mineirão. Esses valores serão bancados em sua maior parte pela Caixa Econômica Federal e BNDES. As obras têm término previsto para 2012. O estudo completo será apresentado ainda este mês no Seminário de Economia Mineira em Diamantina.


Fonte: http://www.ufmg.br/online/arquivos/015318.shtml
Universidade Federal de Minas Gerais



Conforme a apresentação dada sobre o Consumo Esportivo, ou melhor, sobre o Consumismo esportivo, em seu blog, comente as seguintes questões:


1 - Qual sua percepção e entendimento sobre o Esporte Espetáculo? Ao refletir sobre o assunto, tenha como base a compreensão de que há uma forte e imensa indústria do esporte, voltada para o mercado capitalista.


2 - De que forma o Esporte cria hábitos de consumo?


3 - Qual a função do esporte na formação de cidadãos? Há diferença entre o esporte de rendimento e o esporte voltado para a educação? Explique.
Lembre-se:

É extremamente importante ter como base de suas análises fontes de pesquisas seguras, tais como periódicos da capes, revistas científicas, teses e dissertações. Cite as mesmas quando utilizadas. Sugestões: Scielo, Portal de Periódicos da Capes, Revista da UEM, Revista Movimento.


Ao postar em seu blog, tenha em mente que a linguagem utilizada não é escrita no estilo bate-papo:"Vc, o q, qlqer, aki, eh, naum", dentre outros.



Agora é só pesquisar e postar!!


ATENÇÃO!! DATA MÁXIMA PARA POSTAGEM: 14/07/2010

terça-feira, 1 de junho de 2010

SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

"EU JÁ SABIA!!!"

Quem de nós já não viu ou ouviu tal expressão em transmissões e entrevistas esportivas? Não é de se duvidar que no futuro não muito longínquo tal enunciado tenha sentido literal, uma vez que a velocidade com que as informações circulam o mundo é praticamente em tempo real, ou ainda, até mesmo, ironicamente, antes que determinada ação ocorra.
Pensar na "Era Digital" é perceber que determinadas barreiras de comunicação têm sido desbloqueadas, porém ainda há muito que caminhar na facilitação e acesso às informações para todos, sem preconceitos ou classificações.
Historicamente, parte-se de um tempo em que as informações eram transmitidas boca a boca, por milhares de quilômetros, para o simples apertar de um botão. Em outras palavras, parte-se do Pombo Correio para o Ratinho Eletrônico chamado Mouse.

"EU JÁ SABIA!!"


Já sabia o quê? Importante destacar que estar informado e antenado com o ambiente das notícias, bem como o ambiente virtual é o mínimo desejável, porém, a preocupação é:

DE QUE FORMA OS INDIVÍDUOS CONSEGUEM UTILIZAR AS INFORMAÇÕES ADQUIRIDAS?

SERÁ QUE NÃO NOS TORNAMOS DIARIAMENTE REPRODUTORES DO QUE VIMOS OU OUVIMOS?

HÁ CAPACIDADE DE TRANSFORMAR A INFORMAÇÃO EM CONHECIMENTO?

Conforme propaganda exibida pelo Jornal Estado de São Paulo (S\D), algumas reflexões são importantes...

Informação é passageira, o conhecimento é permanente...
Informação é fácil de se achar, já o conhecimento...
Informação fica ultrapassada, conhecimento persiste...
Informação vem até você, conhecimento o leva mais longe.
Se hoje a informação é gratuita, qual o valor do conhecimento?

Que tipo de sujeitos estamos formando? Será mesmo que as pessoas saberão utilizar tanta informação, ou ainda, estaremos aptos a transformá-las em CONHECIMENTO?

Para ilustrar o assunto, um breve video sobre coisas que você não sabia, mas precisará tomar CONHECIMENTO se quiser ter seu espaço no mercado de trabalho!!

Did you Know? Será mesmo que você já sabia??

If you don't know, be careful!!

Ah, por sinal, não sabemos sua opinião. Queremos ter conhecimento sobre a mesma!! O espaço também é seu, contribua!!




Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=pMcfrLYDm2U&feature=PlayList&p=4333D846CBC7F93B&playnext_from=PL&playnext=2

domingo, 30 de maio de 2010

Redes Socias facilitam a troca de figurinhas

"Desde 1950, ano de Copa do Mundo também é ano de colecionar figurinhas das seleções. E nunca foi tão fácil completar o álbum do Mundial como em 2010. Isso porque o uso intenso de redes sociais como Twitter, Facebook e Orkut tem aproximado colecionadores - e acelerado a troca de cromos..."
Leia a reportagem na íntegra acessando:

HAVAIANAS TEAMS

Para você que está "antenado" às ações de Marketing desenvolvidas pelas empresas, acesse http://www.havaianasmania.com/teams/ e saiba mais sobre a nova campanha das Havaianas.

MÍDIAS SOCIAIS NO BRASIL

Publicado em 27/05/2010 por Redação Portal Call Center

Como as empresas utilizam as mídias sociais no Brasil?

Descobrir a resposta para esta questão foi o propósito da pesquisa inédita “Mídias Sociais nas empresas, realizada pela primeira vez pela Deloitte no Brasil.

Depois de conquistar a popularidade dos consumidores, as mídias sociais ganham importância junto às empresas, mas ainda são pouco exploradas como ferramentas estratégicas de relacionamento.

O estudo foi realizado com 302 empresas de diversos segmentos e portes econômicos que atuam no País. Quase 70% afirmaram utilizar as redes sociais. São Paulo apresentou a maior concentração de respondentes (63%), seguido pelo Rio de Janeiro (7%) e Minas Gerais (6%). As companhias multinacionais representam 16% das participantes, e o restante, 84%, são de origem nacional.

As ações de marketing e divulgação de produtos e serviços são as atividades mais realizadas, com 83%. “A popularidade das ações de marketing é natural. As mídias sociais representam um canal de comunicação que atinge milhares de pessoas e a um baixo custo”, destaca Fabio Cipriani, gerente responsável pela prática de consultoria em Mídias Sociais.

As mídias sociais são muito mais vistas, pelas empresas, como mídia propriamente dita, do que como plataforma de relacionamento. O estudo aponta que é dada pouca importância à captura de oportunidades (46%), ao suporte aos clientes (43%) e ao desenvolvimento de inovação por meio de inteligência coletiva (17%). “Vimos que dificilmente a empresa envolve outros processos que poderiam ganhar muitos benefícios com as mídias sociais, por exemplo, captura de pedidos, suporte ao cliente e integração de equipes”, completa Cipriani.

Um total de 73% das empresas afirmou que as ações ligadas a esta ferramenta estão sob o comando do departamento de Marketing. Um aspecto a ser considerado é que a diretoria e o departamento de comunicação são os menos envolvidos com mídias sociais, 5% e 6%, respectivamente. A estratégia deveria partir da liderança, por esse motivo, os demais departamentos não se envolvem e se mostram desalinhados em relação às ações desenvolvidas nestes canais. Apenas 26% dos respondentes afirmaram que há mais de um departamento envolvido com mídias sociais em suas empresas.

A falta de tempo e a mobilização das pessoas para participarem das ações nestes canais foram os principais obstáculos apontados pelas empresas na execução de suas estratégias em mídias sociais, respectivamente 49% e 38%.

“A falta de tempo assinalada por grande parte das empresas requer uma avaliação sobre a necessidade de se ter um profissional, uma equipe dedicada ou terceirizar o serviço para cuidar das iniciativas em mídias sociais”, afirma Cipriani.

Métricas estratégicas, como valor da marca (24%), retorno sobre o investimento (18%) e Net promoter score – ferramenta que avalia a fidelização no relacionamento com os clientes – (6%) são as menos utilizadas para acompanhar os resultados das ações em mídias sociais. As empresas mostraram-se mais preocupadas com resultados operacionais, como número de usuários, usuários ativos, visitantes ou visitantes recorrentes (71%); visualização de páginas (63%); e frequência de visitas (59%).

Os dois setores que mais utilizam as mídias sociais são os de serviços (38,1%) e de varejo, bens de consumo & transporte (20%). O setor de manufatura, que o mercado enxerga ter baixa aderência às mídias sociais, surpreende aparece em quarto lugar no ranking de empresas que já utilizam ou monitoram as mídias sociais (11%).

A pesquisa destacou ainda que as redes sociais (Orkut, Facebook, redes sociais internas etc) são as ferramentas mais utilizadas pelas empresas, com 81%. Os microblogs (Twitter, Yammer etc) aparecem em seguida com 79%, e devido ao ritmo de crescimento que vem ganhando no Brasil, deverá ultrapassar as demais redes sociais muito em breve. O blog corporativo também é muito usado no universo empresarial, sendo utilizado por 70% das empresas que se envolvem com as mídias sociais.

Disponível em:

GERAÇÃO Y


Escrito por Eduardo Shinyashiki*
Publicado em 01/04/2010


A realeza sem reino
Como a geração Y pode honrar seu trono nesta nova ordem? Jovens altamente tecnológicos, ousados, acostumados a multitarefas, ambiciosos, despojados e questionadores procuram seu espaço em meio a uma “nova ordem” que está se estruturando: um mercado de trabalho multigeracional, cujas necessidades variam de forma vertiginosa.

A geração Y, que compreende os nascidos em torno de 1980, cresceu ouvindo a promessa de que o futuro lhes pertencia, já que se desenvolveram em meio ao boom da economia dos anos 90. Os jovens dessa geração tiveram acesso a todas as inovações e conhecimentos advindos da era tecnológica e cresceram num ambiente privilegiado proporcionado pelos seus antecessores.

No entanto, essa nova safra de profissionais, otimistas e autoconfiantes, encontrou organizações em processo de reestruturação e ainda buscando formas de absorver e melhor usufruir desta nova gama de potencialidades, uma vez que um fenômeno com implicações significativas está ocorrendo no universo corporativo: quatro gerações estão convivendo no mesmo espaço com uma diferença entre elas de 40 anos.

Como no contexto atual, os problemas parecem estar muito mais subjetivos, pois à distância e a dificuldade de comunicação se apresentam cada vez mais como intercorrências mínimas. O grande desafio, então, parece dizer respeito a autoconhecimento, compreensão e valorização da diversidade, sinergia entre as diferentes gerações e comunicação efetiva. Os gestores terão que liderar equipes cada vez mais formadas por profissionais de diferentes gerações.

Nesse contexto, é importante ressaltar, que esse mix poderá trazer ótimos resultados se as distintas competências forem captadas e integradas em prol de um mesmo objetivo. Para isso, é imprescindível que gestores e executivos fiquem atentos e conheçam muito bem cada membro de sua equipe, com foco na complementaridade. Desta forma, resultados eficazes serão atingidos gradativamente. Uma equipe de jovens, por exemplo, pode dar vida nova a tarefas antigas, ao mesmo tempo em que aprendem sobre o seu funcionamento com os funcionários mais experientes.

Para que tudo isso aconteça, é preciso que alguns pontos sejam muito bem trabalhados: comunicação, atitude e comprometimento. Conhecida também como “Videogame”, a geração Y precisa saber utilizar essas e outras características positivas de gerações passadas, como a perseverança e a relação de apego profissional. Eles recebem esse nome por serem profissionais que, como nos jogos, quando não passam de fase e “morrem”, eles entendem que algo está errado e por isso não há sucesso nas tentativas. Assim, a geração Y tende a ter determinação em busca de informações que possam auxiliá-los a vencer o jogo.

Caso não seja correspondido o pedido de ajuda, esses jovens migram à procura de uma resposta em fóruns, como internet, grupo de amigos e redes sociais. Eles sabem que o jogo é difícil e, com essa certeza, terão a coragem necessária para chegar à próxima etapa. O objetivo de cada indivíduo Y é chegar ao final das fases e, deste modo, saber que está pronto para iniciar a próxima etapa.

Assim, com determinação e raciocínio rápido, esses jovens profissionais assumirão o trono que lhes foi prometido e deixarão de ser a promessa do futuro para honrar seu trono na terra prometida do presente. A utilização das competências antigas e a exploração das virtudes dos garotos games serão o fator chave para a obtenção de resultados positivos em um reinado glorioso e multigeracional.

*Eduardo Shinyashiki é consultor, palestrante e diretor da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Autor do livro Viva Como Você quer Viver, da Editora Gente.

Disponível em:
http://consumidormoderno.uol.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1756:a-realeza-sem-reino&catid=125:tendencia&Itemid=165

terça-feira, 25 de maio de 2010

Olha o Buzz Marketing aí gente!!

Ação Promocional do Ford Focus - Comments


A Ford lançou recentemente a ação promocional integrando diferentes mídias, a tradicional (Televisiva) e a Digital (Internet). Assim como algumas marcas já o tem feito, tais como a Suzuki, a Ford procura aproximar o cliente de sua marca através do Focus - Comments, um canal aberto para donos de veículos Focus postarem suas opiniões sobre o produto. A partir da propaganda televisiva, os possíveis novos compradores são convidados a visitar o site oficial Ford (www.ford.com.br) para verificar todas as informações de quem realmente tem um Focus.

De acordo com a FENABRAVE (Portal de Distribuição de Veículos do Brasil), na primeira quinzena de maio -2010, o Focus totalizou 1069 unidades vendidas, enquanto o Civic 1051. O atual líder i30 vendeu 1246 unidades.

Há algum tempo a Ford vem tentando maior aproximação com o consumidor, prova disto é o sucesso do slogan "Viva o Novo" e o case Ka, um reposicionamento do modelo no mercado de automóveis que alavancou grandes vendas no segmento.

Atualmente a Ford vive o novo em todas as categorias da marca e, a respeito do Focus Comments, destaca-se categorização das opiniões exibidas diretamente ao público, assim como a resposta da Ford aos comentários negativos do veículo. De modo geral, enfatiza-se a preocupação da marca em manter o ótimo relacionamento com seus clientes, bem como o reconhecimento do ótimo canal de comunicação direta, INTERNET.

Com o crescimento das vendas dos veículos Hatch, a Ford aposta grandes forças no FOCUS, um carro que, com certeza, despertou novos olhares. E você, quais os "FOCUS" sobre a ação?




Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=IS2EYsAf5Ug
Acesso em: 25/05/2010




Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=LVb1enACq4I
Acesso em: 25/05/2010


Home Focus Comments: www.ford.com.br/focuscomments

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Novas mídias, exemplos

Nossa sociedade, com certeza, não é mais a mesma de tempos atrás. Ela mudou, está mais dinâmica, imediatista, a informação e o conhecimento determinam o nosso cotidiano. Hoje, se observa cada vez mais o novo consumidor surgindo e ditando a direção do mercado, o Consumidor 2.0.

Mas que consumidor é este?

É o consumidor que é "antenado", exigente e crítico ao extremo.

E como conquistar esse consumidor?

Esse é o maior desafio do Marketing 2.0. O que fazer para chamar a atenção para o seu produto numa realidade onde as pessoas são bombardeadas com centenas de imagens e informações diariamente? São muitas perguntas que não são fáceis de responder, mas uma boa saída é ousar no uso de novas mídias. Mostraremos a seguir alguns exemplos interessantes:





**Propaganda da agência de mídia em ônibus "Mão Dupla". Mas não deixa de ser uma idéia!

**Outro anúncio da agência "Mão Dupla"




**Redes Sociais, capítulo à parte no uso de novas mídias



**Propaganda da MRV Engenharia na página inicial do Twitter. As grandes empresas estão cada vez mais presentes nas Redes Sociais

**Pizza com propaganda







**Bizarro, marca tatuada na testa





**A Rede de Televisão CBS resolveu supreender os americanos desprevinidos no café da manhã anunciando os seus novos seriados em ovos



**A chamada "Mídia Digital Out of Home" utiliza de monitores instalados em locais de grande circulação de pessoas



**Utilização criativa de espaços vazios em grandes lojas que fecharam devido à crise nos EUA


**Campanha da DM9 DDB de divulgação do Guaraná Antártica Street Festival. Exemplo de mídia indoor
Para saber mais:

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Lançamento!!



No ar... Comunic Web! O blog da comunicação!!




Para você que deseja ficar antenado com o mundo da ComunicAÇÃO, nosso primeiro post trata de um assunto bastante atual, Redes Sociais. Ao ler e analisar o comentário postado, reflita sobre a função das mesmas na manutenção das relações interpessoais.

Redes sociais: saiba como usar profissionalmente

Por Cecília Araújo



21 de Janeiro de 2010


Os brasileiros são usuários aficionados das redes sociais, figurando invariavelmente entre as pessoas que mais se dedicam aos sites de relacionamentos no mundo. Mas nem só de bate-papo e amigos virtuais é composta essa relação. Muita gente utiliza as redes com finalidades profissionais. E colhe bons resultados.
De um lado, estão os profissionais das mais diversas áreas, que divulgam currículos, serviços e até produtos. Eles espalham seus trabalhos ou marcas por meio de perfis, comunidades e também pela participação em fóruns de discussão. De outro, estão as empresas, que expandiram seus processos de seleção para a rede e agora garimpam talentos nesses locais.
O quadro a seguir reúne exemplos de boas práticas quando o assunto é uso das redes com finalidade profissional. Usuários contam como conseguem fazer bom proveito de serviços como Orkut, Facebook e Twitter - em muitos casos, os frutos do trabalho nos sites os elevam à condição de microempresários. As empresas, por sua vez, revelam o que julgam positivo ou negativo nos perfis que candidatos a uma vaga publicam na rede.





Como eles estão usando as redes

Empresas






Twitter:


Facebook




Orkut







Blog






Profissionais




Myspace







Flickr






Twitter




Orkut







Disponível em:









Acesso em: 16/05/2010


Veja aqui dois vídeos relacionados ao tema:





Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=DmRsQibIOWg

Acesso em: 19/05/2010



Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=kqOCRlypnUc

Acesso em: 19/05/2010

É fato que as empresas e serviços precisam adaptar-se a este novo perfil de consumidor, deste modo, os diversos recursos disponíveis nas redes sociais podem auxiliar no acesso às informações sobre o público, bem como o contato direto com o mesmo.

O questionamento é: Até que ponto as redes sociais aproximam as pessoas? Será que as relações humanas restringir-se-ão apenas ao mundo virtual?

Sua opinião é extremamente importante para fomentar as discussões neste blog!! Deixe seu comentário!!


domingo, 16 de maio de 2010

Inaugurei!

É isso aí trio, vamos colocar em nosso blog coisas bem legais sobre Marketing!!!